Um cara que está na minha lista vem me dizer que não lembra quem eu sou e me perguntar de onde me conhece. Visto que minha recíproca, neste caso, é totalmente verdadeira, não respondi nada, simplesmente excluí. Porque né, vamos facilitar as coisas.
(Sempre que o via online pensava que eu não sabia quem era. Mas sabe "não fede, nem cheira"? Então, daí deixava lá).
Então, excluí né. E agora ele está me pedindo autorização de novo.
Coerência, vemos por aqui.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
"Nunca mais vou beber na minha vida" cof cof
Meu sábado em 3 tempos:
1º tempo:
Cara de cansada por causa da comemoração do aniversário na sexta. Lavou, tá nova! Churrasco. Casa de um dos familiares da amiga. Galera animada. Comida boa. Brincadeiras. Confabulações pra uma possível saída à noite, ainda que todos estivessem com pouquíssimo dinheiro. Cerveja gelada das 15h às 21h. Volta para casa da amiga.
2º tempo:
A saída nada programada vinga. Já na casa da amiga, joga tudo dentro de uma bolsa e parte pra casa de outra. Ela e seu namorado nos esperam. Preparativos e pré-night. Mais cerveja + doses de destilado com limão e sal.
3º tempo:
Lapa. Anda daqui, anda dali. Bem coisa de Lapa mesmo. Encontramos mais gente. Pouco dinheiro. Decidimos cair prum barzinho. Cartão de crédito salva! Papo ótimo. Muitas risadas. A.do.ro saídas não programadas. Chopp gelado na jarra. Volta pra casa da amiga às 6:30h.
Meu domingo em 1 tempo:
Acordo na cada da amiga. NA MERDA! Não enfiei o pé na jaca, fiz a jaca de pantufa (bjs, Chu). Juntei meus panos de bunda em 5 minutos e me enfiei num táxi. Sabe quando você só quer abraçar sua privada? Mas lembrei que o sambalanço do trajeto poderia ser "perigoso" e catei um saquinho. Vomitei no táxi. No saquinho, claro. So phyna. Tudo isso com uma incrível sensação de que valeu à pena. De quero mais. Quando é o próximo?
FIM
1º tempo:
Cara de cansada por causa da comemoração do aniversário na sexta. Lavou, tá nova! Churrasco. Casa de um dos familiares da amiga. Galera animada. Comida boa. Brincadeiras. Confabulações pra uma possível saída à noite, ainda que todos estivessem com pouquíssimo dinheiro. Cerveja gelada das 15h às 21h. Volta para casa da amiga.
2º tempo:
A saída nada programada vinga. Já na casa da amiga, joga tudo dentro de uma bolsa e parte pra casa de outra. Ela e seu namorado nos esperam. Preparativos e pré-night. Mais cerveja + doses de destilado com limão e sal.
3º tempo:
Lapa. Anda daqui, anda dali. Bem coisa de Lapa mesmo. Encontramos mais gente. Pouco dinheiro. Decidimos cair prum barzinho. Cartão de crédito salva! Papo ótimo. Muitas risadas. A.do.ro saídas não programadas. Chopp gelado na jarra. Volta pra casa da amiga às 6:30h.
Meu domingo em 1 tempo:
Acordo na cada da amiga. NA MERDA! Não enfiei o pé na jaca, fiz a jaca de pantufa (bjs, Chu). Juntei meus panos de bunda em 5 minutos e me enfiei num táxi. Sabe quando você só quer abraçar sua privada? Mas lembrei que o sambalanço do trajeto poderia ser "perigoso" e catei um saquinho. Vomitei no táxi. No saquinho, claro. So phyna. Tudo isso com uma incrível sensação de que valeu à pena. De quero mais. Quando é o próximo?
FIM
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Oh nóis aqui traveiz
"Abandonado por vocêeee, úu-ú-ú, abandonado por vocêee", canta este blog na voz de Fafá de Belém.
Aliá, este e o de vocês, porque se tenho sido blogueira relapsa, tenho sido péssima comentarista também. Mas oh, nunca deixo de ler vocês, seus lindos! (fazendo coraçãozinho com as mãos).
Só lhes peço: me amem???
_____________________________
Há pouco menos de 1 semana fiz aniversário. 20 e alguns anos. To em crise. To idosa. Cadê meu Rio Card????? Fiz minha mãe prometer que quando perguntarem minha idade a ela, fará a louca dizendo: "aiii, sabe que eu confundo a idade dela com a do irmão". Mas pra que saber?? Desnecessário, né não, minha gente?? Mas mesmo assim não deixo de comemorar. Sou festeira. Convidei uma gente phyna, elegante e sincera pra uma pequena esbórnia no Lapa 40º. Os que tiveram habilidade pra dizer mais SIM do que não, foram. E (acho que) se divertiram.
O momento sedução fica por conta do motorista do ônibus (so phyna?) na ida que parou sem eu e amiga Chu fazermos sinal e, quando entramos, disse:
"Pararam o ônibus com o olhar, hein!"
Má oê!
Aliá, este e o de vocês, porque se tenho sido blogueira relapsa, tenho sido péssima comentarista também. Mas oh, nunca deixo de ler vocês, seus lindos! (fazendo coraçãozinho com as mãos).
Só lhes peço: me amem???
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Há pouco menos de 1 semana fiz aniversário. 20 e alguns anos. To em crise. To idosa. Cadê meu Rio Card????? Fiz minha mãe prometer que quando perguntarem minha idade a ela, fará a louca dizendo: "aiii, sabe que eu confundo a idade dela com a do irmão". Mas pra que saber?? Desnecessário, né não, minha gente?? Mas mesmo assim não deixo de comemorar. Sou festeira. Convidei uma gente phyna, elegante e sincera pra uma pequena esbórnia no Lapa 40º. Os que tiveram habilidade pra dizer mais SIM do que não, foram. E (acho que) se divertiram.
O momento sedução fica por conta do motorista do ônibus (so phyna?) na ida que parou sem eu e amiga Chu fazermos sinal e, quando entramos, disse:
"Pararam o ônibus com o olhar, hein!"
Má oê!
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Já escolheu pra quem dar? O voto...
Ontem, a 5 dias das eleições, eu estava superpolitizada. Fui pesquisar e ler sites e listas sobre candidatos ficha limpa e ficha suja. Sei que deveria me interessar mais, ser mais "atuante", estar mais antenada pra isso porque é a melhor forma de mudar o que tá errado e ZZZZzzzzzzz. Sei também que fazer a Pilatos e depois viver reclamando é feio, é errado e ZZZzzzzRONCzzzzzzzzz. Mas né, não importa o quão esteja próximo, me interessei e fui pesquisar pra dar o meu melhor no domingo (uiiii!!): meu voto consciente (ZZZZZZZZZZ ad infinitum). Antes tarde do que nunca (#cafona). Bom, como já tinha definido meus votos para presidente e governador, fui em busca dos demais. E olha, dos quatro elegíveis para senador, dois têm ficha suja. E se eu tenho que votar em dois senadores... me sobram muitas opções, né. NOT. Nossa, como política é estimulante! Vejam, que coisa! Enfim. Deputado federal e estadual ainda estão em pendência. À noite, fui ver o debate. Tava interessante. Mas na metade me lembrei que era estreia de A Fazenda e mudei pra lá. Troquei o debate por um reality. Superpolitizada, hein. Achei feio. Achei errado. Mas né. Só sei que não consegui me concentrar em mais nada depois que vi o participante Daniel Bueno. E aí que se o lance do dia era voto, eu já escolhi pra quem dar (ui!!!!!). Ai, ai, ai, ui, ui, gatinho, tu me seduz!
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Troca-troca
Não se anime com o título, leitor(a) taradón(a). Não falarei de saliência, suruba, ménage à trois, nada disso.
Terça fui a uma loja de depertamentos comprar o presente de casamento de uma amiga e acabei trazendo também um vestido. Só que quando cheguei em casa, resolvi trocar o vestido pela saia da mesma estampa. Como a loja é caminho da volta do trabalho de mamys, pedi a ela que o fizesse pra mim. Daí ela me liga:
Patrícia, você quer a saia com mais roxo no cós e mais partes branquinhas na saia ou mais branca no cós e mais partes roxinhas na saia?
Achei fofa.
Dessa troca, sobraria ainda R$9,90. Pedi que ela trouxesse qualquer coisa nesse valor que aí depois ou eu trocaria por algo que gostasse do mesmo valor ou complementaria para arrematar outra peça mais cara que me agradasse. Mas ela disse que tentaria ver algo legal, algo que talvez eu gostasse. E me aparece com isso:

Morri!!!! Essa lindeza por nove.e.noventa!
Achei mamys muito mais fofa.
Achei muderna.
Achei sagaz.
Terça fui a uma loja de depertamentos comprar o presente de casamento de uma amiga e acabei trazendo também um vestido. Só que quando cheguei em casa, resolvi trocar o vestido pela saia da mesma estampa. Como a loja é caminho da volta do trabalho de mamys, pedi a ela que o fizesse pra mim. Daí ela me liga:
Patrícia, você quer a saia com mais roxo no cós e mais partes branquinhas na saia ou mais branca no cós e mais partes roxinhas na saia?
Achei fofa.
Dessa troca, sobraria ainda R$9,90. Pedi que ela trouxesse qualquer coisa nesse valor que aí depois ou eu trocaria por algo que gostasse do mesmo valor ou complementaria para arrematar outra peça mais cara que me agradasse. Mas ela disse que tentaria ver algo legal, algo que talvez eu gostasse. E me aparece com isso:
Morri!!!! Essa lindeza por nove.e.noventa!
Achei mamys muito mais fofa.
Achei muderna.
Achei sagaz.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Teatro
Ontem fui ver a peça Surto. Gente, acho que nunca ri tanto num teatro como ontem. Eu já fui a muitas comédias, que é o que mais gosto de assistir em teatro ou cinema, "vim ao mundo pra exibir meus belos dentes, meu povo!" , mas olha, ontem me deu dor na barriga de tanto gargalhar. Tudo bem que a peça já está há anos em cartaz, e isso não é força de expressão, e eu só fui ontem, ok. Mas pros que também ainda não viram e estão querendo testar a eficiência do seu Corega, recomendo e muito!
Semana passada fui assistir Alucinadas. Comédia. Muito boa, vale cada centavinho do ingresso também. Com textos de Bruno Mazzeo e Fábio Porchat, entre outros, não tinham como não valer, né. Só que acho que essa é a última semana aqui no Rio.
**********************************************
Agora queria comentar das pessoas que vão a esse tipo de lugar:
1) Gente que chuta sua cadeira - Cara, nessas horas só consigo lembrar de uma típica frase de mãe: "olha os modos!". Por que essas pessoas não têm modos e ficam chutando a sua cadeira e te incomodando o tempo todo? Por que? Por que????
2) Gente que bate palma to.da.ho.ra - Cara, é uma comédia de esquetes com piadas a todo momento. Aí tem nego que quer bater palma a cada expressão facial diferente que o ator produz. Ria, meu filho, ria muito! Porque esse é o termômetro de que a peça está agradando. Palmas são para momentos muito únicos ou para o final.
3) Gente que expressa alto sua emoção na tentativa de interagir com os atores - Tipo: "Nossa!!!", "Olha isso", "É assim mesmo", "Também acho" e por aí vai. Tudo isso bem alto para que o ator ouça no palco e interaja com essa pessoa da plateia.
4) Gente que explica a piada - A peça é uma comédia, com um humor veloz. Aí sempre tem aquele imbecil que acha que o coleguinha ao lado não entendeu, ou não, ou acha que o coleguinha entendeu sim, mas sente a necessidade de explicar/comentar/desenrolar a piada. Acho non sense. Aliás, acho que perde a graça.
**********************************************
E daí que ontem sentou atrás de mim um grupinho de umas 3 jovens senhoras que conseguiam reunir as peculiaridades 1, 2, 3 e 4. So sortuda?
Semana passada fui assistir Alucinadas. Comédia. Muito boa, vale cada centavinho do ingresso também. Com textos de Bruno Mazzeo e Fábio Porchat, entre outros, não tinham como não valer, né. Só que acho que essa é a última semana aqui no Rio.
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Agora queria comentar das pessoas que vão a esse tipo de lugar:
1) Gente que chuta sua cadeira - Cara, nessas horas só consigo lembrar de uma típica frase de mãe: "olha os modos!". Por que essas pessoas não têm modos e ficam chutando a sua cadeira e te incomodando o tempo todo? Por que? Por que????
2) Gente que bate palma to.da.ho.ra - Cara, é uma comédia de esquetes com piadas a todo momento. Aí tem nego que quer bater palma a cada expressão facial diferente que o ator produz. Ria, meu filho, ria muito! Porque esse é o termômetro de que a peça está agradando. Palmas são para momentos muito únicos ou para o final.
3) Gente que expressa alto sua emoção na tentativa de interagir com os atores - Tipo: "Nossa!!!", "Olha isso", "É assim mesmo", "Também acho" e por aí vai. Tudo isso bem alto para que o ator ouça no palco e interaja com essa pessoa da plateia.
4) Gente que explica a piada - A peça é uma comédia, com um humor veloz. Aí sempre tem aquele imbecil que acha que o coleguinha ao lado não entendeu, ou não, ou acha que o coleguinha entendeu sim, mas sente a necessidade de explicar/comentar/desenrolar a piada. Acho non sense. Aliás, acho que perde a graça.
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E daí que ontem sentou atrás de mim um grupinho de umas 3 jovens senhoras que conseguiam reunir as peculiaridades 1, 2, 3 e 4. So sortuda?
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Drumonnizando
Num tá faceooo não, amigues. A pessoa estuda, se qualifica e vira o que? Apenas uma moça latinoamericana sem dinheiro no banco. Como já disse com ódio em algum post deste blog, fiz o mestrado sem bolsa. E o que isso implicava? Ter que trabalhar e dar conta de cumprir matérias, fazer monografias, escrever a dissertação. Ok, ninguém morre não. Muito provavelmente se eu tivesse ganho a bolsa, continuaria a trabalhar pra ter dividendos mais descentes no fim do mês. Mas o problema é o "ter que". Não era opção, eu tinha que trabalhar e conciliar todo o resto. Problema meu que escolhi esta vida, ok, eu sei. Mas, mesmo assim, com o apoio dos meus pais (momento programa vespertino cafona), me dei ao luxo de diminuir o ritmo de trabalho na reta final pra conseguir dar conta. Eu precisava de tempo e me dei esse tempo. Um luxo, eu sei. E o que isso implicava? Ter mais tempo, mas também ter menos renda. Só que agora o mestrado acabou e eu to precisando é de dinheiro. Mais que isso, to precisando de estabilidade e sossego profissional. Porque eu quero uma casa no campo, na rua, na chuva, na fazenda, onde eu possa plantar meus amigos, meus discos e livros, minhas roupas, bolsas, sapatos, viagens, muitos dígitos na conta, e nada mais!
E aí eu só me consumo em angústia e me pergunto:
E agora, Rossé?
O mestrado acabou,
A vida continuou,
O dinheiro sumiu,
À noite não me prostituo (nem de dia),
E agora, Rossé?
E agora?
E aí eu só me consumo em angústia e me pergunto:
E agora, Rossé?
O mestrado acabou,
A vida continuou,
O dinheiro sumiu,
À noite não me prostituo (nem de dia),
E agora, Rossé?
E agora?
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
As 5 coisas
Dona Mila me passou esse meme intitulado "5 coisas sobre mim". A casa agradece e manda ver:
Indecisa - "Levo o caderno verde ou o vermelho?". Assim mesmo, pra coisas idiotas mesmo, e também pra assuntos mais sérios como "caso ou compro uma bicicleta?". Sério, sou bem indecisa seja pra coisas pequenas ou praquelas decisões "da vida", sabe?! Pergunto a opinião dos outros pra tudo e to tentando controlar isso porque não gosto. Controlo ou não controlo? Quekicêsacham? rs
Bem-humorada - Gosto sempre de estar rindo e fazer os outros rirem. Não acordo de ovo virado. Ainda que seja irritadinha e impaciente (olha ela roubando e dizendo mais que 5 coisas! hehehehe), tento sempre me divertir com as situações da vida, sair com uma tirada engraçada, fazer piadinha. E quando topo com aquelas pessoas sérias demais, com papos superadultos, tudo-isso-o-tempo-todo, acho chaaaaaaaaatZZZZZ.
Deixo tudo pra última hora - Desde a escola, até a faculdade e no próprio mestrado, a coisa poderia ser longa, eu poderia ficar realmente preocupada com o tempo de sua execução, eu poderia, inclusive, como sempre, achar que não ia dar conta e me descabelar, virar noites, mas sempre deixava/deixo pra última hora. Nunca experimento aquela sensação (que deve ser) boa de "entreguei e ainda falta 1 semana para o prazo". Se tiver que fazer uma inscrição, ir a um local com data determinada, será sempre no penúltimo ou último dia. Tudo isso aliado ao fato se eu ser mega responsável. De verdade. Assim, a equação disso é algo como: sempre acho que não vai dar tempo + continuo deixando tudo pro último instante = sofrer, eu curto.
Pontual - Oi? E a "coisa" acima? Pois é. Inversamente proprocional ao quesito acima, eu sou pontual. Não me atraso em encontros, reuniões, nas "combinações" da vida de um modo geral. Calculo as distâncias com antecedência, o tempo no transporte, o deslocamento num todo. E, obviamente, odeio os atrasados que marcam comigo, especialmente minha genitora. Beijo, mãe.
"Bipolar" - No seguinte sentido: além de algumas contradições mostradas acima, eu consigo ser desligada e atenta ao mesmo tempo. Desligada porque eu sou capaz de esquecer um vestibular (já contei isso aqui?), de achar que uma manifestação contra as barcas era um trote dos alunos da Uff (estava escutando música, percebi um burburinho e pensei: "nossa, agora eles fazem o trote na barca também?". E já imaginei os calouros pintados e pedindo dinheiro no trajeto Rio X Niterói. Toda uma imaginação!). Ao mesmo tempo que sou atenta. Sou sempre aquela que lembra os trajetos (mesmo que tenha passado pelo local 1 só vez na vida), que avisa às amigas e à minha mãe "viu aqueles trombadinhas pegando a bolsa da senhorinha? Presta atenção", que olha cada pingo no "i" na revisão de textos, etc.
Caminhando e cantando e seguindo a canção e a linha "vamos conhecer um pouquinho mais sobre o amiguinho do blog ao lado", repasso para Bia, Mari, Karine, pra amiga Chu e pra Nanda, que não têm blog, mas podem fazer nos comentários! :)
Indecisa - "Levo o caderno verde ou o vermelho?". Assim mesmo, pra coisas idiotas mesmo, e também pra assuntos mais sérios como "caso ou compro uma bicicleta?". Sério, sou bem indecisa seja pra coisas pequenas ou praquelas decisões "da vida", sabe?! Pergunto a opinião dos outros pra tudo e to tentando controlar isso porque não gosto. Controlo ou não controlo? Quekicêsacham? rs
Bem-humorada - Gosto sempre de estar rindo e fazer os outros rirem. Não acordo de ovo virado. Ainda que seja irritadinha e impaciente (olha ela roubando e dizendo mais que 5 coisas! hehehehe), tento sempre me divertir com as situações da vida, sair com uma tirada engraçada, fazer piadinha. E quando topo com aquelas pessoas sérias demais, com papos superadultos, tudo-isso-o-tempo-todo, acho chaaaaaaaaatZZZZZ.
Deixo tudo pra última hora - Desde a escola, até a faculdade e no próprio mestrado, a coisa poderia ser longa, eu poderia ficar realmente preocupada com o tempo de sua execução, eu poderia, inclusive, como sempre, achar que não ia dar conta e me descabelar, virar noites, mas sempre deixava/deixo pra última hora. Nunca experimento aquela sensação (que deve ser) boa de "entreguei e ainda falta 1 semana para o prazo". Se tiver que fazer uma inscrição, ir a um local com data determinada, será sempre no penúltimo ou último dia. Tudo isso aliado ao fato se eu ser mega responsável. De verdade. Assim, a equação disso é algo como: sempre acho que não vai dar tempo + continuo deixando tudo pro último instante = sofrer, eu curto.
Pontual - Oi? E a "coisa" acima? Pois é. Inversamente proprocional ao quesito acima, eu sou pontual. Não me atraso em encontros, reuniões, nas "combinações" da vida de um modo geral. Calculo as distâncias com antecedência, o tempo no transporte, o deslocamento num todo. E, obviamente, odeio os atrasados que marcam comigo, especialmente minha genitora. Beijo, mãe.
"Bipolar" - No seguinte sentido: além de algumas contradições mostradas acima, eu consigo ser desligada e atenta ao mesmo tempo. Desligada porque eu sou capaz de esquecer um vestibular (já contei isso aqui?), de achar que uma manifestação contra as barcas era um trote dos alunos da Uff (estava escutando música, percebi um burburinho e pensei: "nossa, agora eles fazem o trote na barca também?". E já imaginei os calouros pintados e pedindo dinheiro no trajeto Rio X Niterói. Toda uma imaginação!). Ao mesmo tempo que sou atenta. Sou sempre aquela que lembra os trajetos (mesmo que tenha passado pelo local 1 só vez na vida), que avisa às amigas e à minha mãe "viu aqueles trombadinhas pegando a bolsa da senhorinha? Presta atenção", que olha cada pingo no "i" na revisão de textos, etc.
Caminhando e cantando e seguindo a canção e a linha "vamos conhecer um pouquinho mais sobre o amiguinho do blog ao lado", repasso para Bia, Mari, Karine, pra amiga Chu e pra Nanda, que não têm blog, mas podem fazer nos comentários! :)
O que ficou pra depois
Curioso como algumas coisas podem ser consideradas chatas de serem feitas, mas aí é só você não ter tempo pra fazê-las que passa a desejá-las. Enquanto fazia as obrigações dissertísticas, não tinha muito como cuidar e dar conta da organização das minhas coisas em geral, especialmente agora no final, que coincidiu com obra, quarto e móveis novos. Daí que tudo ficou esperando o "quando der, faço", esperando o "depois". Coisas que podem até parecer chatas para alguns, e que foi só eu ter tempo de fazer, que foram minhas primeiras realizações pós-mestrado. Incorporei o espírito de uma dessas personal organizer - gente, isso agora é profissão, né?! - e fiz a louca da arrumação. Também pudera, coisas que estavam me esperando desde a finada obra em sacos plásticos pretos grandões como se fossem objetos indigentes. De cortar o coração!
E aí que minha alegria foi arrumar o armário, jogar coisas fora, lavar meus calçados, organizar meus papéis e isso porque nem cheguei na parte das crafitices. Comecei no dia seguinte mesmo e fiz com tanto prazer, pelo simples fato de poder, de ter tempo pra me dedicar a isso. O "depois" enfim chegou! :)
____________________________
Ah, recebi esse meme da Dona Mila... to pensando nas 5 coisas e olha, só pela dificuldade em selecionar, já sei que facilmente a primeira pode ser "indecisa". ;)
E aí que minha alegria foi arrumar o armário, jogar coisas fora, lavar meus calçados, organizar meus papéis e isso porque nem cheguei na parte das crafitices. Comecei no dia seguinte mesmo e fiz com tanto prazer, pelo simples fato de poder, de ter tempo pra me dedicar a isso. O "depois" enfim chegou! :)
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Ah, recebi esse meme da Dona Mila... to pensando nas 5 coisas e olha, só pela dificuldade em selecionar, já sei que facilmente a primeira pode ser "indecisa". ;)
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Livre, leve e solta
Traga meu Claritin porque tirar a poeira do blog atacou minha alergia!
So saudável?
_________________________________________________
Meus queridos 3,05 leitores,
comunico à vocês, que tanto aturaram minhas lamúrias, que sou MESTRA!

Aliás, eu e amiga Chu, pois defendemos no mesmo dia, 30 de agosto - mas quem se importa com notícias atrasadas, né não?
Também, não poderia ser diferente, já que fizemos TUDO na área de Português para Estrangeiros juntas, desde a optativa, passando pelo estágio, apresentações em congressos em dupla, o mestrado, as matérias do mestrado, até os dias de reuniões eram os mesmos, o que facilitava a vida da orientadora, que era a mesma pras duas, obviamente, e também fazia com que marcássemos almocinhos pra matar a saudade e colocar as fofocas em dia. Então, já que passamos tudo juntas e dividíamos tudo - menos homi, calcinha e escova de dentes - não só o dia de nossa dissertação foi o mesmo, como tiramos a mesma nota: 10!
Fala aí, meninas superaplicadas, hein! O orgulho da nação! To besta?
Daí que acabou a dissertéishon e agora posso voltar desse universo paralelo onde vivi durante 2 anos e meio.
Com um certo atraso e displicência, mas é que acho que o finalzinho sugou toda minha inspiração e criatividade, além da preguiça que me domina.
O fim dessa era e a sensação de dormir com menos 50 quilos nas costas se resumem em uma palavra: ALÍVIO!
So saudável?
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Meus queridos 3,05 leitores,
comunico à vocês, que tanto aturaram minhas lamúrias, que sou MESTRA!

Aliás, eu e amiga Chu, pois defendemos no mesmo dia, 30 de agosto - mas quem se importa com notícias atrasadas, né não?
Também, não poderia ser diferente, já que fizemos TUDO na área de Português para Estrangeiros juntas, desde a optativa, passando pelo estágio, apresentações em congressos em dupla, o mestrado, as matérias do mestrado, até os dias de reuniões eram os mesmos, o que facilitava a vida da orientadora, que era a mesma pras duas, obviamente, e também fazia com que marcássemos almocinhos pra matar a saudade e colocar as fofocas em dia. Então, já que passamos tudo juntas e dividíamos tudo - menos homi, calcinha e escova de dentes - não só o dia de nossa dissertação foi o mesmo, como tiramos a mesma nota: 10!
Fala aí, meninas superaplicadas, hein! O orgulho da nação! To besta?
Daí que acabou a dissertéishon e agora posso voltar desse universo paralelo onde vivi durante 2 anos e meio.
Com um certo atraso e displicência, mas é que acho que o finalzinho sugou toda minha inspiração e criatividade, além da preguiça que me domina.
O fim dessa era e a sensação de dormir com menos 50 quilos nas costas se resumem em uma palavra: ALÍVIO!
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Barbárie
Luisinho tem 10 anos. É um menino lindo, educado e fofo, muito fofo. Encontrei com ele há umas duas/três semanas quando fui levar minha avó no velório do bisavô de Luisinho.
Luisinho, em apesas quatro meses, perdeu o avô, primeiro, de forma mais ou menos abrupta. Em menos de 1 mês, descobriu uma doença e morreu. Depois o bisavô. Esse já tinha 90 anos, ficou doente e se foi, tanto pela doença quanto pela idade avançada. Agora foi o pai de Luisinho. Antônio Marcos, como diz a notícia aqui. Ou Marquinhos, como conhecíamos. Saiu para o jogo do Vasco X Fluminense no último domingo e não voltou mais. Foi parar no hospital e lá morreu ontem. Morreu porque estava com a camisa da torcida do Vasco, ele e mais um amigo, e toparam no caminho com torcedores de torcida organizada do Fluminense. Sei que sair com camisa de torcida nesses dias é praticamente uma sentença de morte (Oi??? Em que mundo nós estamos?). E foi, para Marquinhos. Sei também que nenhuma torcida organizada é flor que se cheire, inclusive a que o próprio Marquinhos fazia parte também não é. Nenhuma é, tenho consciência disso. Mas isso não diminui o tamanho da brutalidade. Sempre achei essas brigas uma barbaridade. E agora aconteceu de perto. Marquinhos era primo do meu pai. Matar um ser humano porque ele não compartilha dos mesmos gostos que você? Por ele ser de uma torcida rival a sua? Amo futebol e sempre abominei fanatismo nessa área. Tudo tem limite. Um tio meu fez minha prima sair da maternidade vestida de Vasco. Ma.ter.ni.da.de. Ridículo! Amor ao time tem limite, penso eu. Matar com golpes de barra de ferro na cabeça então, eu acho barbárie, acho covarde, acho brutal, acho de uma estupidez ímpar.
Eu não tinha contato com ele, era um parente distante. Mas impossível não ficar mais tocada do que já se fica quando se lê uma notícia dessas. Impossível porque conheço o contexto, conheço o entorno. E aí, só consigo pensar no Luisinho, tão novo, tão criança, tendo que lidar com a morte de tantas pessoas próximas e queridas à ele em tão pouco tempo, e agora a do pai, tão abrupta, tão covarde, por motivo idiota. Triste, muito triste.
Luisinho, em apesas quatro meses, perdeu o avô, primeiro, de forma mais ou menos abrupta. Em menos de 1 mês, descobriu uma doença e morreu. Depois o bisavô. Esse já tinha 90 anos, ficou doente e se foi, tanto pela doença quanto pela idade avançada. Agora foi o pai de Luisinho. Antônio Marcos, como diz a notícia aqui. Ou Marquinhos, como conhecíamos. Saiu para o jogo do Vasco X Fluminense no último domingo e não voltou mais. Foi parar no hospital e lá morreu ontem. Morreu porque estava com a camisa da torcida do Vasco, ele e mais um amigo, e toparam no caminho com torcedores de torcida organizada do Fluminense. Sei que sair com camisa de torcida nesses dias é praticamente uma sentença de morte (Oi??? Em que mundo nós estamos?). E foi, para Marquinhos. Sei também que nenhuma torcida organizada é flor que se cheire, inclusive a que o próprio Marquinhos fazia parte também não é. Nenhuma é, tenho consciência disso. Mas isso não diminui o tamanho da brutalidade. Sempre achei essas brigas uma barbaridade. E agora aconteceu de perto. Marquinhos era primo do meu pai. Matar um ser humano porque ele não compartilha dos mesmos gostos que você? Por ele ser de uma torcida rival a sua? Amo futebol e sempre abominei fanatismo nessa área. Tudo tem limite. Um tio meu fez minha prima sair da maternidade vestida de Vasco. Ma.ter.ni.da.de. Ridículo! Amor ao time tem limite, penso eu. Matar com golpes de barra de ferro na cabeça então, eu acho barbárie, acho covarde, acho brutal, acho de uma estupidez ímpar.
Eu não tinha contato com ele, era um parente distante. Mas impossível não ficar mais tocada do que já se fica quando se lê uma notícia dessas. Impossível porque conheço o contexto, conheço o entorno. E aí, só consigo pensar no Luisinho, tão novo, tão criança, tendo que lidar com a morte de tantas pessoas próximas e queridas à ele em tão pouco tempo, e agora a do pai, tão abrupta, tão covarde, por motivo idiota. Triste, muito triste.
domingo, 22 de agosto de 2010
Feliz aniversário atrasado!
Olá, gente amiga!
Este blog fez um ano este mês. Já anda, bate palminha e diz "mamá", porque "papá" tá em falta! Que lástima!
Completou 1 ano dia 11 deste mês e eu só percebi isso hoje.
Que coisa pra humanidade! #NOT.
Ok, tudo bem, no problems. Eu gosto deste cantinho mesmo assim.
E olha que o que não faltou pelas bandas de cá este mês foram alimentos de festinhas comemorativas. Nunca na história deste país, a cozinha aqui de casa produziu tanto bolo e brigadeiro. Bolo porque minha mãe tá fissurada. Sabe-se lá Deus porquê, cismou, e agora todo domingo tem bolo com caldinha. E todo domingo ela mostra pra mim e pro meu irmão que a massa só está boa e batida o suficiente quando faz bolha. E ela se diverte com as bolhas. Minha mãe, né.
Brigadeiro porque é a única coisa que me conforta, na falta de um moreno, alto, bonito e sensual. E como esse tem sido um mês tenso... dá-lhe brigadeiro!
Então, é isso né. Assim mesmo sem pé nem cabeça, mas com estômago.
1 ano de blog. Êeeee!!!!
Beijos,
Patrícia, futura integrante do Fat Family New Generation.
Este blog fez um ano este mês. Já anda, bate palminha e diz "mamá", porque "papá" tá em falta! Que lástima!
Completou 1 ano dia 11 deste mês e eu só percebi isso hoje.
Que coisa pra humanidade! #NOT.
Ok, tudo bem, no problems. Eu gosto deste cantinho mesmo assim.
E olha que o que não faltou pelas bandas de cá este mês foram alimentos de festinhas comemorativas. Nunca na história deste país, a cozinha aqui de casa produziu tanto bolo e brigadeiro. Bolo porque minha mãe tá fissurada. Sabe-se lá Deus porquê, cismou, e agora todo domingo tem bolo com caldinha. E todo domingo ela mostra pra mim e pro meu irmão que a massa só está boa e batida o suficiente quando faz bolha. E ela se diverte com as bolhas. Minha mãe, né.
Brigadeiro porque é a única coisa que me conforta, na falta de um moreno, alto, bonito e sensual. E como esse tem sido um mês tenso... dá-lhe brigadeiro!
Então, é isso né. Assim mesmo sem pé nem cabeça, mas com estômago.
1 ano de blog. Êeeee!!!!
Beijos,
Patrícia, futura integrante do Fat Family New Generation.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Para toda regra, uma exceção. Mas onde está a regra da exceção?
Onde está o mármore do inferno mais próximo para a ABNT arder??? Google Maps, favor indicar! Tudo bem que pra tudo na vida têm regras, que elas são até necessárias. Pra trabalhos/pesquisas escritos/as é até fundamental, pois facilita e delimita a leitura. Põe ordem na casa, como diz mamãe.
E eu nem tenho problemas em fazer tudo como manda o bom figurino acadêmico de escrita não. Mas o problema é quando não tem figurino!!!! #eaícomofas???
Eu simplesmente não encontro a norma para alguns pontos bibliográficos que preciso e que devem estar contemplados no meu trabalho.
E vou ter que conviver com esta angústia até eu me emputecer de vez (ou até o prazo de finalização que é domingo agora) e criar a minha própria regra, que estará vigente em minha dissertéishon.
ABNT, caso lhe interesse, entre em contato comigo através do e-mail do blog para negociarmos a publicação e comercialização do Manual de Normas Bibliográficas da Tia Paty, ok?!
E eu nem tenho problemas em fazer tudo como manda o bom figurino acadêmico de escrita não. Mas o problema é quando não tem figurino!!!! #eaícomofas???
Eu simplesmente não encontro a norma para alguns pontos bibliográficos que preciso e que devem estar contemplados no meu trabalho.
E vou ter que conviver com esta angústia até eu me emputecer de vez (ou até o prazo de finalização que é domingo agora) e criar a minha própria regra, que estará vigente em minha dissertéishon.
ABNT, caso lhe interesse, entre em contato comigo através do e-mail do blog para negociarmos a publicação e comercialização do Manual de Normas Bibliográficas da Tia Paty, ok?!
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Ô Ô sem notar
Pra quem não conhece, Marco Camargo é o jurado mais crítico e exigente da versão brasileira do programa Ídolos. Reclama horrores que os candidatos precisam escolher melhor o repertório a apresentar.
Mas até aí né, ok, vamos manter o respeito, o cara é um crítico musical, po.
Até que... você vê esse vídeo:
Todo um repertório bom.
Todo um cantor de sucesso que despontou no cenário musical brasileiro.
NOT!
Promoart, nos traumatizando desde mil novecentos vinil e vitrola.
Mas até aí né, ok, vamos manter o respeito, o cara é um crítico musical, po.
Até que... você vê esse vídeo:
Ô Ô sem notar!
Todo um charme.Todo um repertório bom.
Todo um cantor de sucesso que despontou no cenário musical brasileiro.
NOT!
Promoart, nos traumatizando desde mil novecentos vinil e vitrola.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Comentário que merece virar postagem
Ou "Mais do mesmo".
Ou "Resumo super bem resumido do show e pré-show de sexta".
M. disse...
* É o que eu digo, fura-olho Deus castiga. Daí o cara além de ter nome esquisito, ainda tem língua presa. Deus castiga mesmo, em dobro e em tom sarcástico!
** Sabe promessas malucas tão curtas quanto um sonho bom? Que, na verdade, não é nenhum sacrifício cumpri-la? Então, devo sim e pagarei assim que der! Uiii! Trocadilho infâme??? Será??? Será???
(Insira aqui um emotion com cara de anjinho e outro com cara de diabinho e fique com o que preferir).
Ou "Resumo super bem resumido do show e pré-show de sexta".
M. disse...
Mas é aí que eu tiro da manga da camisa algumas expressões para ilustrar aquela noite:
- Quem é vivo sempre aparece (e acrescento: quem é morto TAMBÉM)
- Quem vê cara não vê coração (nem NOME, nem LÍNGUA PRESA)*
- Há males que vêm para o bem
- E, para fechar com chave de ouro: devo não nego, pago quando puder.**
Ai, adoro!!!!
* É o que eu digo, fura-olho Deus castiga. Daí o cara além de ter nome esquisito, ainda tem língua presa. Deus castiga mesmo, em dobro e em tom sarcástico!
** Sabe promessas malucas tão curtas quanto um sonho bom? Que, na verdade, não é nenhum sacrifício cumpri-la? Então, devo sim e pagarei assim que der! Uiii! Trocadilho infâme??? Será??? Será???
(Insira aqui um emotion com cara de anjinho e outro com cara de diabinho e fique com o que preferir).
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